Por Uemerson Florêncio
“A imagem não basta ser boa, tem que ser competitiva. Imagem competitiva é aquela que: Gera negócios (Conquista clientes, acionistas, parceiros, fornecedores, etc.); Atrai, mantém e motiva os melhores profissionais; Consegue a boa vontade de certos públicos (abre portas, dá credibilidade a entidade, etc). Se a imagem é tida como boa, mas não dá o retorno mencionado, ela não é competitiva. A imagem tem que mostrar serviços, ter retorno.” (Imagem Empresarial, Roberto de Castro Neves, Ed. Mauad, 1998)

Para tanto, na relação com a sua imagem priorize três aspectos:

Imagem transmitida: É o que você mostra em tempo real. Estará sempre explicita nas seguintes questões: A sua forma de se dirigir as pessoas em geral (falada ou escrita), o conjunto de gestos que acompanham ou não as suas falas, as roupas e calçados que você utiliza, o cardápio que escolhe, o perfume, entre outros aspectos passíveis de compreensão e leitura.

Imagem percebida: É como as pessoas em geral lhe enxerga, pois já afirmava o velho ditado: “A primeira impressão é a que fica”. Agora reflita: Com base nas suas atitudes como será que as pessoas do seu universo direto ou indireto lhes veem? De acordo com a sua conduta, você deve ter uma fama que desconhece, já pensou nisso? Se esta fama for negativa, um dia virá de forma desagradável e você precisa correr para iniciar um Reaparelhamento Tático – RETA aplicado a gestão de desafios públicos.

Imagem desejada: É como você idealiza ser visto, é o seu sonho de consumo de muitos gestores públicos. Sabe porquê? Na maioria das vezes nas suas relações interpessoais você afirma através da sua fala e o seu corpo nega simultaneamente o que foi dito ou pode acontecer também ao contrário, negar ou o corpo afirmar. Em geral, este problema se dá em função dos gráficos dispersos na tentativa de ser um gestor convincente e comovente. Creia que nesta relação altamente competitiva são raros, os gestores públicos que conseguem esta façanha, pois há uma grande necessidade de reposicionamento estratégico na condução da sua comunicação interdisciplinar.

*Autor: Uemerson Florêncio