Por Cimberley Cáspio
Enquanto o ebola se mantém como senhor da situação na África,e principalmente em Serra Leoa,onde a doença está destroçando o país,a fronteira brasileira no Acre,continua recebendo os africanos,vindos principalmente de Serra Leoa,com contínua inexistência de qualquer trabalho de triagem de saúde por parte das autoridades locais e federais.

A situação é tão séria,que a população das cidades de Brasileia,Epitaciolândia e Rio Branco,estão evitando os táxis da região,por medo de contaminação,onde grande parte dos taxistas locais,realmente transportaram muitos africanos,independente do total cuidado que se devia tomar em relação ao próprio taxista e ao táxi utilizado pelo imigrante. E com a evasão de passageiros nativos,a receita dos taxistas caíram drasticamente,forçando os motoristas a rever a estratégia de trabalho.

E os africanos vão se espalhando pelo país,onde muitos evitam falar que são africanos e muito menos ainda o seu país de origem. Quando questionados,revelam enganosamente que são de Luanda,ou outros países distantes da região atingida pelo ebola. Mas é nítido o nervosismo na face do africano quando à sua nacionalidade é questionada.

E o governo brasileiro vai fazendo o seu trabalho,que é focar a atenção do povo no carnaval,nos desfiles das escolas de samba,e no prazer do feriado prolongado,escondendo que o pior está por vir,e quando o povo acordar,será tarde demais.