Por Cimberley Cáspio

o mal do agrotóxicoFabian Tomassi tem 48 anos. Trabalhava nos aviões q pulverizavam herbicidas.

(Ensaio fotográfico de Sub.Coop, cooperativa de fotógrafos da Argentina, sobre os efeitos do monocultivo de soja transgênica e a resistência de um povo perdido na Província de Córdoba contra Monsanto – reproduzido de midiaindependente.org)

E a agricultura brasileira continua operando com sementes transgênicas. E mesmo depois das denúncias globais de tragédias resultantes dessa ação criminosa à humanos e ao meio ambiente,o governo brasileiro,continua se fazendo de cego e surdo quanto a isso,e nada faz.

Só restando agora,uma ação popular global,como o Dia-D,para por um fim nessa aberração,pois os governos estão vendidos e capitulados diante do capital agressivo das multinacionais produtoras dos agrotóxicos e sementes geneticamente modificadas,que tem como objetivo, nos exterminar da face da Terra.

As manifestações populares que ora acontecem,em protesto contra à Copa do Mundo,precisam com urgência se espalharem para as áreas rurais,principalmente,nas áreas de operação de manipulação de agrotóxicos e sementes transgênicas.

Talvez haja resposta violenta dos fazendeiros e outros agricultores proprietários de terras,ao clamor do povo,ao pedir a interrupção da manipulação de venenos sobre à agricultura e ao meio ambiente,mas se não morrermos por ato violento,com certeza,nos matarão com câncer.Não há saída.

O objetivo na verdade,não é a violência,pois somos todos brasileiros; ricos,ou pobres,pertencemos a uma só família politicamente nacional. O objetivo se faz necessário,pelo ato de preservação da vida como um todo.Seja humanos,seja animal,seja vegetal.

É loucura priorizar o capital em detrimento da extrema tortura imposta pelo câncer nas mais variadas idades assistidas nas instalações dos INCAs no Brasil. A visão que se tem das “vítimas” dessa agressão rural aos nossos alimentos,é como um filme de terror ao vivo.Crianças,adultos e idosos,vítimas inocentes da ganância irresponsável por riqueza e poder, literalmente tendo seus corpos devorados de dentro para fora.

É fato que se os fazendeiros e outros agricultores,que operam com agrotóxicos e sementes geneticamente modificadas,interromperem esse tipo de atividade,haverá redução em suas receitas,tornando-os menos ricos,porém continuarão ricos,onde em nada afetará o mercado de seus produtos.E o mais importante,é que se tornarão agradáveis aos olhos de Deus.

Por outro lado,se continuarem a praticarem tamanho holocausto,não resta alternativa para acreditar,que junto com as multinacionais assassinas,os objetivos não são outros que não seja o extermínio de milhões.